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Usuários agora podem baixar objetos físicos do Pirate Bay

Site cria nova categoria para arquivos que, com a ajuda de uma impressora 3D, são transformados em objetos.

Que tal baixar e imprimir seu jantar? Bem, isso ainda não é possível, mas já é possível visualizar essa possibilidade. O popular site de compartilhamento de conteúdo Pirate Bay criou uma nova categoria em sua página para arquivos que podem ser transformados em objetos com a ajuda de uma impressora 3D.

Na última segunda-feira (23/01), um comunicado no blog oficial anunciou a novidade. No futuro, acreditam pesquisadores, será possível fazer o download de um tênis ou mesmo de partes de um carro. A tecnologia que poderá transformar esse sonho em realidade ainda está longe de se tornar acessível economicamente e popular, mas artistas e cientistas já a tem usado. Plástico é material que costuma equipar as impressoras, mas uma variedade de materiais poderá ser adotada.

O Pirate Bay explica a origem do serviço. Segundo o portal, grande parte do conteúdo que consumismo nasce digital, como livros, filmes e músicas. Os dias em que algo era criado analogicamente e só depois adaptado para dispositivos eletrônicos estão chegando ao fim. E o impacto que impressoras 3D terão será revolucionário.

“O benefício para a sociedade será enorme. Os produtos não terão mais que viajar pelo mundo antes chegar ao seu destino. Mercadorias quebradas não terão de ser devolvidas, e, só depois, consertadas. O trabalho infantil talvez acabe. Poderemos distribuir comida facilmente para os que passam necessidade, pois bastará imprimi-la. Não compartilharemos receitas, mas uma refeição inteira”, diz o comunicado, escrito pelo usuário WinstonQ2038.

Algum dia poderemos ter um arquivo 3D para imprimir um Big Mac, que será preparado desde que os ingredientes necessários estejam disponíveis. Sem dúvida, se as mesmas leis para copyright continuarem funcionando, as batalhas legais aumentarão consideravelmente.

O Pirate Bay, vale lembrar, tem enfrentado inúmeros processos judiciais nos últimos anos. A indústria do entretenimento alega que a maior parte do conteúdo indexado pelo portal desrespeita direitos autorais. 

 

Fonte: IDGNOW

 
 
 
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