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Startup brasileira para escritores abre escritório nos EUA




A rede social brasileira Widbook, criada há dez meses para escritores que querem publicar suas criações na web, vai abrir um escritórios dos Estados Unidos para expandir suas parcerias e operações, segundo o sócio Joseph Bregueiro, à Folha de S. Paulo. Com 60% dos usuários da plataforma - desenvolvida em inglês - na terra do Tio Sam, a ideia é buscar instituições americanas, como universidades, para fazer parcerias. Na Europa, a startup brasileira já tem um representante, e é possível que ele ganhe um escritório depois de aberta a unidades nos Estados Unidos. Por enquanto a empresa trabalha com investimentos da W7 Brazil Capital, que patrocinou a iniciativa em janeiro, e pretende receber uma segunda rodada de financiamento.


"Queremos primeiro perceber como o usuário explora a nossa plataforma. Isso ainda deve demorar um ou dois anos", afirma Bregeiro sobre a falta de um modelo de negócio para a Widbook, gratuita aos autores e leitores. Uma das apostas é que a plataforma revele novos escritores às editoras. Entre outras ferramentas, o sócio da startup menciona o ranking eleito pela equipe interna de curadoria. As expectativas da empresa ainda incluem ampliar a participação no mercado brasileiro - embora a tendência seja de o escritório de São Francisco, na Califórnia, ser maior que o paulistano -, onde há apenas 10% da base de usuários. A plataforma está presente em mais de cem países, e tem quase 10 mil obras escritas em 90 idiomas.